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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Carry on wayward sons... SERIES FINALE

Rodrigo e Renan encararam-se quietos.

-Eu esperava mais. Achei que fosse ser mais difícil.-disse Rodrigo.

A figura ruiva caminhou lentamente até os dois, as asas enormes e brancas abertas.

-Não foi tão difícil? Você quase morreu e quase me matou de preocupação. Só não te bato agora porque senão tu morre. Eu desci o mais rápido que podia, desculpa não ter ajudado.-disse ela.

-Ajudou mais do que imagina, minha linda. –disse Rodrigo, e voltou-se para Renan.- Acho que esse é o fim da estrada³¹, não é?

- Fim desse mundo, eu ainda tenho muito o que fazer, tu sabe... não consigo ficar quieto. – Renan falava, mas só o que pensava era “As páginas maléficas estão quase escritas com o veneno negro de carne e ossos.”³² - Acho que vou salvar um bioma ou dois, além disso tenho que alimentar o meu vício. Afinal, alguém perdeu feio uma aposta pro cupido e eu ganhei companhia.

-Então nossos caminhos separam-se aqui...Acho que esta vida terminou... ou será que está apenas começando?³¹. Ainda existem demônios nesse mundo e eles ainda querem meu fígado pelo que eu fiz com os irmãos deles. Ainda preciso ter em quem descarregar minha dor, minha ira e minha raiva.-disse Rodrigo, abraçando-se em sua anja. -Siga em frente, meu perturbado filho... haverá paz quando você estiver acabado... deite sua cabeça exausta para descansar... e não chore mais ³³. O carro fica contigo. E, no fim das contas, tu tava certo sobre o pedaço de torta do céu.

E então as duas formas cabeludas teletransportaram-se para longe.

- Vejamos a situação: carro quebrado, meio do nada, chovendo... Daqui a pouco passa o OTTO.

E assim cada um seguiu seu caminho.


CITAÇÕES

* = The Black Halo, Kamelot
** = Wanted Dead or Alive, Bon Jovi
*** = From Here to Eternity, Iron Maiden
**** = Bright Eyes, Blind Guardian
***** = Hail and Kill, Manowar
¹ = Promised Land, Avantasia
² = Detroit Rock City, KISS
³ = Somewhere Over the Rainbow, Mägo de Oz
¹¹ = Primo Victoria, Sabbaton
¹² = Highway to Hell, AC/DC
¹³ = Eden Echo, Kamelot
²¹ = Leaving Hell, Gamma Ray
²² = Endless Rain, X Japan
²³ = Never Ever, Hammerfall
³¹ = End of the Road, Sentenced (citada duas vezes)
³² = The Poem's Evil Page, Rhapsody (Of Fire)
³³ = Carry On Wayward Son, Kansas

Carry on wayward sons... parte IV

Sangue ao ar.
Mas não sangue profano.

- Infeliz, ousou até mesmo sacrificar sua cria mestiça para evitar a morte. – Abismado falava Renan.

- Eu sempre fui covarde e boa em fugir, não era o que você sempre dizia? – Sorriso de fúria.

Mas a lâminas ainda tinha seu corte fiel, ela poderia não ter cortado carne, mas cortou cordão.

Rolando junto ao chão Renan pegou a chave abandonada.

Chute na cara.

- Miserável, acha que pode mesmo fugir de mim? Nem vinte deuses poderiam acabar com o encanto do amor ausente. E você acha que pode ESCOLHER fugir?

- Não fugir (nunca mais....). Lutar e conquistar.

Com a mão livre Renan arremessou a chave para Rodrigo. Apenas olhares foram o suficiente para ambos entenderem que o fim finalmente iria acontecer.

A mão de Rodrigo que segurou a chave foi a mesma que atirou o sabre para o amigo caído. Com firmeza, o cabeludo (cujo sobretudo, que ele se orgulhava, encontrava-se completamente ensopado de sangue) voltou-se para a inimiga.

-Não faça isso... por favor.-disse ela, moribunda.

-Me dá um motivo para eu não fazer.-disse Rodrigo, com frieza.

-Porque eu te...

-Resposta errada.-disse Rodrigo.- I’ll crush you... this is THE END!

Pegando-a pelo pescoço, o metaleiro ergueu-a e então deu-lhe um chute no abdome, enviando-a direto para o Inferno. Rodrigo pôs então a mão no bolso e retirou um envelope que recebera de sua algoz há um longo tempo. Cuspiu o seu sangue nele (esse era o sacrifício necessário) e então arremessou-o para dentro das chamas.

Já de pé e duplamente armado Renan caminhou com um sorriso bobo na cara ao ver que uma delas já havia sido exorcizada e sussurrou:

- Você sabe a única coisa que pode quebrar o encanto, não é mesmo?

Arremessou a cimitarra na perna dela e correu junto ao vento, sob a chuva e sobre a terra, largando sua antiga companheira (a fiel e enferrujada) e com toda força que tinha grudou a mão na testa dela. Entre as peles havia um antigo pingente, uma antiga promessa.
- Esse é para você nunca esquecer de quem te pôs lá.

O fogo rugiu rápido lá dentro.

- Deixe-me esquecer todo o ódio, toda a tristeza²². Nunca mais²³...

Rodrigo e Renan puxaram vigorosamente as portas, com toda a força que seus corpos espancados e massacrados ainda tinham. As portas fecharam-se com um estrondo e as chaves então trancaram para sempre as fechaduras daquela porta que carregava a seguinte inscrição:

Aqui você não tem chance. Aqui você é nada. Aqui ninguém lhe ama. Agora que já sabe qual é o seu destino... eu gostaria de dar-lhe as boas vindas.
~ WELCOME TO THE BRAVE NEW WORLD!

Carry on wayward sons... parte III

Com as mãos nos bolsos da calça Renan confirmou a presença das granadas (várias vezes).

Rodrigo não respondeu. Suas mãos escorregaram para dentro do sobretudo, onde ele empunhou seu precioso sabre. Caminhou alguns passos em direção à demônia e exclamou:

-Abriu dezoito, vadia!- e correu em investida.

Piscando o semblante como uma imagem ruim de televisão, a algoz de mais invernos apareceu nas costas de Renan e lhe sussurrou:

- O elfo não tinha desistido?

- O elfo sim, ele morreu. Mande notícias minhas.

BUUMM!

Saltando rápido para o lado Renan teve apenas suas botas chamuscadas enquanto a fumaça da granada ainda baixava para revelar Ela ainda respirando. Ainda falando.

Com a cabeça pendente para o lado e um sorriso sociopata estampado na face saíram daqueles lábios maculados as palavras:

- Querido...

Admirável Novo teletransporte. Admirável Nova granada.

Dessa vez já esperando de espada em punho Renan corre em direção a poeira para empalar suas desgraças de uma vez por todas, quando para sua surpresa é o seu sangue que jorra. Ombro perfurado, unhas compridas agora vermelhas.

- Nunca mais...!

Ela abriu sua boca e lhe cobriu com algo ácido, entorpecente. Vinho da redenção.

- Querido... não quer que eu chame Ele não é mesmo? – Um sorriso sádico habitava o rosto dela. – Volte a sua tumba onde passou tão bem os últimos meses.

- Nunca mais...!

Levando o corpo para trás Renan desprendeu-se das garras, e ignorando a dor (essa ínfima em comparação a todas as outras já causadas por ela) realizou um giro com a lâmina visando o pescoço inimigo.

Sem conversa. Nunca mais.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~


Ao lado, Rodrigo tinha sua própria batalhada encarniçada.

Tão logo aproximou-se da inimiga, a lâmina de seu sabre percorreu um arco fatal, como todos os seus outros golpes. No entanto, essa não era uma como todas as outras lutas.

-Lembra-se do dia em que me conheceu? Quando você mesmo decretou o seu próprio fim?- disse a inimiga, enquanto suas garras visavam as vísceras de Rodrigo.

-Nunca mais tive paz desde aquele dia. Mas agora os seus Ecos do Éden¹³ não mais soarão em minha cabeça. A Morte em pessoa veio te buscar.-disse Rodrigo, entre os dentes.

Um golpe certeiro do sabre furou as vísceras de sua oponente, mas ela não deu atenção para aquele detalhe.

Um soco varreu o ar e acertou o rosto de Rodrigo em cheio. A força descomunal atirou-o de costas no chão. Rolando rapidamente para trás, Rodrigo estava pronto de novo.

Pronto para outro soco.

A demônia segurou-o firmemente pelo pescoço e atirou-o longe.

-Esse é o seu lugar, mortal.-disse ela.-Aos meus pés.

Rodrigo levantou-se lentamente, mas seu movimento foi interrompido por um chute.

As forças de Rodrigo estavam ao fim quando seus olhos bateram naquele anel prateado que ele carregava na mão direita. Ali ele viu seu motivo para lutar.

Um intenso feixe de luz desceu dos céus, revelando uma forma alta e de cabelos flamejantemente vermelhos. Aquela mulher. O seu motivo.

A sua Razão.

A última descarga de adrenalina de Rodrigo estimulou seus músculos a torraram todas as moléculas de Adenosina Trifosfato (ATP) que restavam. Veloz, ele tirou o sabre do estômago de sua inimiga e acertou-lhe uma cabeçada. Dois, três, quatro... perdeu a conta de quantos golpes deu até desfigurar aquele rosto demoníaco.

-Eu disse que era o fim. “Kiss my ass goodbye ‘cause we will never meet again...”²¹-disse Rodrigo, enquanto cravava o sabre no pescoço da adversária.

Ele carregou a oponente moribunda até o portal, onde então tirou o sabre da garganta dela e arrancou a chave que ela carregava no pescoço.

Carry on wayward sons... parte II

-Merda, é um lobisomem!!! Acelera essa merda que eu vou matar esse filho da puta.

Rodrigo tirou metade do corpo para fora do carro e enfiou alguma coisa na goela do infeliz. A seguir, deu-lhe um soco no ouvido que fez a criatura soltar o carro e arrebentar-se no meio fio.

E então explodir.

-Sexta nessa semana. Eu JURO que pago.-disse Rodrigo, voltando pra dentro do automóvel.

- Não é que eu não aprecie poder finalmente explodir essas coisas (em vez de ser explodido como era de costume), mas PORRA CARALHO CHEGA DE DESPERDIÇAR MUNIÇÃO! – Falava Renan enquanto guardava para si duas granadas.

Uma fumaça saída do capô indicava que algo estava errado. Muito errado. Errado mesmo.
-Ah ta brincando?-disse Rodrigo, enquanto o carro parava de andar.-Felizmente, estamos perto. Lá fica o portal pra Terra Prometida¹.

- Detroit Rock City²?

-Quase... Arambaré. Mas falta bem pouco... tudo que separa arambaré de detroit é o Apocalipse. –respondeu Rodrigo, enquanto enchia os bolsos, a mochila e as botas de armas.

- Lá vamos nós então além do arco-íris³... – Cantarolava Renan conforme olhava com desgosto sua espada toda enferrujada e manchada de secreções das mais diversas.

Os dois caminhavam, meio desgostosos, meio tristes, mas completamente satisfeitos. Aquele portal significava muito para eles. Normalmente, era através dele que eles se livravam de seus problemas, fossem eles pessoas, animais, ou um terceiro continente à sua escolha.

-“Through the gates of hell... as we make our path through heaven...”¹¹-disse Rodrigo, enquanto cantarolava “Primo Victoria” (música que nunca gostara, mas que agora lhe parecia muito adequada).

- O resto da estrada para o inferno¹² vai ser na indiada... assim vamos chegar no Vale antes do portão.

No exato momento em que Rodrigo pensou “só falta chover”, caíram as primeiras gotas.

- Tu sabe que eu te odeio né Rodrigo?

-Se minha memória reiniciasse a cada 15 segundos, eu teria sabido isso em todas as vezes que ela tivesse reiniciado. É recíproco segundo a terceira Lei de Newton, filho. Olha pelo lado bom: se atearem fogo na gente como fizeram naquele julho fatídico, vai apagar um pouco mais rápido.

E não muito longe deles encontrava-se Aquilo. Duas portas de ferro não forjado nesta dimensão. Alguns textos embaralhados gravados e algumas almas gritavam por socorro através daquelas portas abertas. E passos atrás deles.

Duas criaturas femininas aproximaram-se deles. Tinham uma aparência exuberante, mas algo em seus olhos denunciava que o seu lugar de merecimento não era outro senão o Inferno. Em um cordão no pescoço, cada uma delas carregava uma chave.

Tanto o rosto de Renan quanto o de Rodrigo se contraíram. Conheciam aquelas formas. Tinham sido elas que os forçaram a abrir aquele portal.

-Saudações. Não esperávamos vê-los aqui tão cedo. Achei que não teriam coragem de enfrentar o passado.-disse uma delas, com uma voz quase infantil.

-Muita ousadia, por sinal.-disse a mais velha.- Mas agora não faz mais diferença. Esse vai ser o último erro de vocês.

Carry on wayward sons...

(No melhor estilo Supernatural...)

Photobucket

(ler o que veio antes)

Em uma longa estrada (muito longa, por sinal) dois irmãos de sangue dirigiam um velho Galaxie 6.0 enquanto as guitarras do Blind Guardian entoavam "Bright Eyes"...

-Essa, então, é a nossa última chamada para uma última defesa*?- disse Rodrigo, colocando as mãos nos bolsos do surrado sobretudo.

Lamentando a ausência do parabrisa (este perdido na última horda de demônios que passaram lá atrás), Renan ao olhar para o cabeludo sujo de sangue (não perguntem de quem... ou de que) ao seu lado, diz:

- Pois é, já somos procurados mortos ou vivos** por aqui a essas alturas da estrada.

Rodrigo sorriu.

-Sempre foi assim que eu gostei das coisas. Aqueles bastardos tiveram o que mereciam. Estamos indo fechar o portal, então?

- Lembra de julho? Eu quero MUITO dar o fora desse purgatório. – disse Renan.

-Ah, claro que eu lembro. Nunca vi tanto demônio junto, tava parecendo RU em dia de lagosta... Vai me dar uma pequena nostalgia... o inferno não é um lugar ruim***.

- Aproveite da suas ‘saudades’ agora então!

Na estrada a frente estava voando em direção contrária à do carro algo com chifres, asas ímpares e disformes. Algo nascido das cinzas para perder todos os jogos com um rosto sorridente****.

-Acelera essa porra! – disse Rodrigo, enquanto cospia o pino.

Uma explosão atrás deles indicou que Rodrigo tinha acabado de desperdiçar uma granada. Já era a quinta em menos de uma semana.

- Guarde mais umas dessas, porque Lá vai ter coisa muito pior nos esperando.- disse Renan.

-Pior do que Sistemática Vegetal I? Acho difícil, filho. – respondeu Rodrigo, no tom sarcástico de sempre.

Solavanco no carro.

- Passamos por cima de algo... É... nem todos que estavam com nós antes chegaram até aqui.

-Olha... passamos por cima de vários “algos”...-disse Rodrigo.- O CD acabou... vou colocar Matanza, pra gente já ir entrando no clima...

Suspiro longo. Altamente dramático. Nem um pouco eficaz.

- Duas palavras: Hail’n’Kill*****

Os olhos de Rodrigo varriam a paisagem além da janela de vidro trincado. Centenas de feras abissais espreitavam das copas das árvores. Todas aquelas criaturas tinham vindo para o mundo através da porta que os dois idiotas dentro do carro foram forçados a abrir para se salvar, sem nunca ter idéia do que aquilo significaria.

Até agora.

-Cara... sabe qual a primeira coisa que eu vou fazer depois que a gente fechar esse portal?- disse Rodrigo.

- (Re) Experimentar a torta do paraíso?

-Não, isso não vai ser a PRIMEIRA. Abrir a porta de novo, pegar o carro e ir embora sozinho... só pra tu ficar mais esperto.-disse Rodrigo, rindo.-Brincadeira. Vou tomar um goró.

- Feliz você, eu não me livrei de todo o inferno, irei de expresso Onipotente Totalmente Teletransportador Otimizado (OTTO) para o seu 42º círculo regularmente... E pasme, isso não é uma coisa ruim!

-Então, tu realmente tá de caso com aquela súcubo? Achei que teu bom-senso ainda era vestigial, mas parece que ele nunca existiu.-disse Rodrigo.

- O que posso eu fazer? Sou apenas mais um mortal nessa imensidão de mundos. Além disso, não resisto ao seu sangue... e a mais coisas... – Dizia Renan até que...

KABUUUM !!!

To Hell and Back

Amo os segundo semestres dos anos.

*'videm' post da NOVA ERA/GROTAS ERA*

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

APOCALIPSE NOW !!!

Os 2 selos foram quebrados, e o já não tão novo (mas definitivamente admirável) mundo começa a ruir...

Corram vermes, corram lobos.
Supliquem ventos e chorem árvores.

O fim já começou para este mundo.

Há quem prove um pedaço da torta do paraíso, enquanto outros preferem o doce sabor do sangue demoníaco!

Sem mais desculpas, sem mais arrependimentos.
O Portão foi aberto...

O APOCALIPSE É AGORA!!!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

The crack of doom, father... your handsome son is heading home..."

Escrevo em vermelho vivo, tal a cor do sangue que jorra de minha alma enquanto redijo estas palavras.

Meu lar. Infernal, frio, sombrio e amado lar. Lugar no qual tantas de minhas dores foram aplacadas e tantas de minhas lágrimas, curadas. Lugar onde minhas feridas foram tratadas e fechadas, lar no qual eu me sentia seguro mesmo sabendo que a única pessoa a me proteger estava tão incapacitada quanto eu.

O lugar onde minhas asas cresceram e o lugar onde eu caí quando elas foram arrancadas. O pedaço de mundo no qual tudo me parecia enfrentável. Lugar sombrio e obscuro, mas infinitamente acolhedor.

Jamais esquecerei cada uma das palavras que escrevi aqui, cada um dos demônios que para este Inferno exorcizei. Cada uma das milhares de lágrimas que evitei por simplesmente ter a chance de convertê-las em palavras carregadas de dor e sofrimento. Jamais esquecerei os duetos infernais com meu tão admirado companheiro de batalha e cada uma das vezes que este local reforçou o nosso vínculo de companheirismo. Cada vez que as chamas deste Inferno ergueram-se para sinalizar que o outro membro do grupo estava precisando de ajuda imediata e nem deixarei de me lembrar cada uma das vezes que a própria Luz ficou para trás enquanto corríamos para socorrer um ao outro.

Deixo-te agora, Admirável Novo Mundo, com lágrimas de sangue nos olhos e vertendo dor por todos os meus poros.